Nenê Bonilha conversa sobre os clubes nos quais passou, e sobre sua volta ao Timão após conseguir o acesso com o Audax São Paulo
Follow @jornalismofcPor Pedro Orioli

Nenê durante os treinamentos no Corinthians. (Foto: Lancenet)
Em entrevista exclusiva concedida ao Jornalismo FC, o volante Nenê Bonilha de 21 anos, conversou sobre o seu momento atual no Corinthians, o acesso com o Audax São Paulo e seu futuro no Timão.
Nenê Bonilha, começou sua trajetória profissional no Paulista de Jundiaí em 2010, onde se destacou, com apenas 17 anos, chamando a atenção do Corinthians. Em 2011 a equipe da capital o contratou e o volante participou do título brasileiro daquele ano.
Bonilha foi emprestado para a Catanduvense no primeiro semestre de 2012 e antes do final do Paulistão, se apresentou no Avaí para jogar a Série B do Brasileirão, chegando próximo ao acesso para a Série A, e na nona rodada da A2 do Paulistão 2013, o volante se apresentou ao Audax, onde ajudou a equipe a subir para a primeira divisão.
JFC: Nenê, como foi ser campeão brasileiro logo no seu primeiro ano de Corinthians?
Nenê: Foi tudo muito rápido. Cheguei ao Corinthians e já fui campeão. Fiquei muito feliz, pois eu não acreditava no que estava acontecendo em tão pouco tempo!
JFC: Em que jogador do clube você se espelha?
Nenê: Sem dúvidas, Paulinho e Danilo.

Nenê comemora o acesso com o Audax. (Foto: Site Oficial)
JFC: Qual é a evolução que você sentiu durante as passagens por Catanduvense, Avaí e Audax?
Nenê: Fiquei muito mais maduro, peguei mais experiência, e mais ritmo de jogo.
JFC: Qual é a principal diferença que você sentiu entre os cinco clubes nos quais jogou?
Nenê: Cada time tem seu lado bom e o ruim, mas não tenho o que me queixar. O Corinthians é sem dúvidas, o time de maior expressão, maior torcida, mas me adaptei bem aos outros clubes.
JFC: Você fez parte da bela campanha do Audax na A-2, como foi conseguir o acesso? Deixou muitos amigos por lá?
Nenê: Nós tínhamos tudo para sermos campeões da A-2, mas demos mole no final. O importante é que conseguimos o acesso, e o Audax merecia muito estar na Série A1, pois é um clube muito bom para trabalhar. Os funcionários são simpáticos, diretoria ótima, e fazia o melhor para nós jogadores. Deixei muitos amigos, e mantenho contato. O convívio foi em muito pouco tempo, mas valeu à pena!
JFC: Como foi perder os três primeiros jogos na segunda fase do Paulista? O clube fez algum trabalho psicológico com vocês? Em algum momento vocês ficaram em dúvida sobre a classificação?
Nenê: Foi muito difícil, onde tínhamos tudo para ser campeões. Quando perdemos os três primeiros jogos, já sabíamos que não tínhamos chance de título, mas o Fernando Diniz nos passou confiança e a todo momento ele nos dizia e nos fazia acreditar que ainda havia 100% de chance para subirmos. Acho que isso foi o principal trabalho que tivemos, além da confiança de todos e nós mesmo acreditávamos que ainda dava. E deu.
JFC: Recentemente, você voltou ao Corinthians. Houve uma conversa do treinador Tite com você?
Nenê: Já estou treinando no Corinthians, mas não conversamos ainda, pois o clube estava na final do paulista.
JFC: Quais são os seus planos para essa temporada?
Nenê: Permanecer no Corinthians.
JFC: Você acredita que o time atual tem condições de ganhar o Brasileirão?
Nenê: Sim. O grupo é forte e muito unido.
JFC: E para terminar, qual é o recado que você deixa para a nação corintiana?
Nenê: Vocês são demais! O time ganhando ou perdendo não param de gritar um minuto.











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