Após sete jogos sem perder, Palmeiras cai diante do Libertad

1 03 2013

Com dois gols de cabeça, time brasileiro foi batido em Assunção

Por Rodolfo Zanchin

Jogadores do Libertad comemoram o gol (Foto: Norberto Duarte/AFP)

Jogadores do Libertad comemoram o gol (Foto: Norberto Duarte/AFP)

O pesadelo do Palmeiras parece não ter fim. Contra o Libertad, pela segunda rodada da Taça Libertadores, o alviverde foi pressionado do início ao fim. Na noite de quinta (28), no estádio Nicolás Leoz, o time do Palestra Itália perdeu por 2 a 0, sendo submisso ao time agíl e bem dístribuido paraguaio. O técnico palmeirense, Gilson Kleina, admitiu a má atuação do time e aponta entrosamento como o principal rival do Palmeiras.

Em Assunção, Paraguai, logo aos dez minutos do primeiro tempo, após receber nas costas de Marcelo Oliveira, o atacante Nuñez cruzou na cabeça de Velázquez, que testou para dentro e abriu o placar para os donos da casa , sem chances para o goleiro Fernando Prass.

O time de Kleina não armava jogadas e era dominado pelos paraguaios. No primeiro tempo, chutaram a gol duas vezes apenas, sendo a melhor chance de Wesley, que após lançamento de Souza chutou de primeira, mas o goleiro Muñoz defendeu e a bola ainda bateu na trave.

Para o segundo tempo, Gilson Kleina escalou Valdívia e Kléber, mas de nada adiantou. Aos nove minutos do segundo tempo,  quando Henrique, zagueiro do Palmeiras estava sendo atendido fora de campo, o Libertad aproveitou em uma bola cruzada e o zagueiro Benítez, na altura da segunda trave, cabeceou para marcar mais um para os mandantes.

Valdívia não ajuda Palmeiras (Foto: Norberto Duarte/AFP)

Valdívia não ajuda Palmeiras (Foto: Norberto Duarte/AFP)

Maikon Leite tentou dar velocidade ao time, quando entrou no lugar de Souza, mas não foi possível vencer a retranca paraguaia que se estabeleceu na metade do segundo tempo.

Com a derrota, o Palmeiras possui três pontos e a terceira posição no grupo dois. O Libertad tornou-se o líder somando seis pontos.

A próxima partida do Verdão será na quarta-feira (06), contra o Tigre, na Argentina já que a rodada do final de semana contra o Paulista de Jundiaí foi adiada para o dia catorze.

Ficha Técnica:

Libertad (Par) 2 x 0 Palmeiras: Velázquez (10’/1 ºT) (1-0) e Benítez (9’/2 ºT) (2-0)

Local: Nicolás Leoz, em Assunção (Par)

Árbitro: Juan Soto (Ven)

Auxiliares: Jorge Urrego e Carlos López (Ven)

Renda/Público: Não disponíveis

Cartões amarelos: Maurício Ramos, Henrique, Waldinho e Vinícius

LIBERTAD: Rodrigo Muñoz; Jorge Moreira, Ismael Benegas, Pedro Benítez e Gustavo Mencia; Sergio Aquino, William Mendieta (Claudio Vargas), Guiñazu e Miguel Samudio (Jorge González); Pablo Velázquez e Ariel Núñez (Mauro Guevgeozián). Técnico: Rubén Israel

PALMEIRAS: Fernando Prass; Weldinho, Henrique, Maurício Ramos (Valdivia,) e Marcelo Oliveira; Márcio Araújo, Vilson, Souza (Maikon Leite) e Wesley; Patrick Vieira (Kleber) e Vinícius. Técnico: Gilson Kleina





Fase iluminada rende convocação de Barcos para a seleção da Argentina

23 08 2012

Artilheiro da temporada no Palmeiras, ‘el Pirata’ foi chamado pela primeira vez

Por Caio Martins

É a vez do Pirata! Em grande fase, Barcos tem sua primeira oportunidade na seleção da Argentina (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)

Em grande fase no Palmeiras, o atacante Barcos foi convocado por Alejandro Sabella para defender a seleção argentina nas Eliminatórias da Copa do Mundo. O jogador, que já tem 21 gols com a camisa do Verdão, jogará pelo seu país pela primeira vez. Por conta disso, a convocação do ‘Pirata’ foi uma surpresa, até para o próprio atleta.

- É uma recompensa. Ainda não acredito. Foi o próprio Sabella quem me chamou. Minha família está muito emocionada, não posso acreditar – disse à Rádio 9, da Argentina.

Barcos estará no grupo que irá enfrentar o Paraguai, na Argentina, e o Peru fora de casa. Disposto a agarrar a oportunidade com unhas e dentes, o camisa 9 palmeirense se disse muito honrado por ter a chance de jogar ao lado de grandes jogadores, caso de Lionel Messi.

- Vou tentar aproveitar esta grande oportunidade. Vou lutar lado a lado com grandes jogadores e que eu admiro. A seleção da Argentina sempre foi e continua sendo formada por craques, jogadores de personalidade e vitoriosos. Quero muito aproveitar essa oportunidade, pois trata-se de um sonho de criança que se concretizou. Com muita humildade, espero retribuir a confiança dada pelo Sabella – disse Barcos ao site do Palmeiras.

O atacante já havia pensado em naturalizar-se equatoriano para atuar por uma seleção. Seus golaços e grandes atuações pelo Palmeiras, no entanto, lhe rendeu a convocação. Barcos deve atuar pelo alviverde até o jogo contra o Grêmio, já pelo segundo turno do Brasileirão. Depois do jogo, deve viajar e desfalcar o time nos jogos contra Grêmio, Atlético-MG e possivelmente Vasco.





Paraguai e Equador não saem do empate

3 07 2011

Nem mesmo a presença de Larissa Riquelme fez com que os paraguaios tivessem uma boa estreia

Por Luiz Queiroga

No estádio Estanislao Lopez, em Santa Fé, Paraguai e Equador entraram em campo e, assim como foi o jogo entre Brasil e Venezuela, empataram sem balançar as redes. Com o resultado, o domingo dessa Copa América foi de nenhum gol marcado, provando como o nível técnico da competição está baixíssimo nesse início.

Cercada por muitas expectativas devido a boa campanha feita na última Copa do Mundo, quando perderam as quartas-de-final para a campeã Espanha, o Paraguai começou bem a partida, marcando a saída de bola adversária e arriscando alguns chutes.

Nos primeiros 20 minutos, Lucas Barrios, Edgar Barreto e Ortigoza assustaram a defesa equatoriana. Até o final do primeiro tempo, o jogo começou a ficar equilibrado, com o Paraguai sofrendo certa pressão em alguns momentos. Para piorar a situação do Equador, o principal destaque da seleção, Antonio Valencia, jogador do Manchester United, sentiu uma lesão, não voltando para a partida na segunda etapa, sendo substituído por Arroyo.

Roque Santa Cruz conseguiu criar boas oportunidades de gol, aos nove e 17 minutos do segundo tempo. Com o Equador pouco perigoso, o Paraguai voltou a dominar a partida até os minutos finais, mas o placar permaneceu inalterado.

Nem mesmo a presença da musa Larissa Riquelme fez com que os paraguaios estreassem com uma vitória na Copa América. O atacante Haedo Valdez, que entrou no lugar de Lucas Barrios, ainda tentou bons chutes, mas o 0 a 0 prevaleceu.

No próximo sábado, o Paraguai irá enfrentar em Córdoba a Seleção Brasileira, às 16h (de Brasília). No mesmo dia, Equador e Venezuela se enfrentam em Salta, às 18h30 (de Brasília).

FICHA TÉCNICA de PARAGUAI 0 x 0 EQUADOR:

Estádio: General Brigadeiro Estanislao Lopez, em Santa Fé (Argentina)
Data-Hora: 3/7/2011 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Sergio Pezzotta (Argentina)
Assistentes: Ricardo Casas (Argentina) e Luis Abadie (Peru)
Cartão Amarelo: Pablo Zeballos (Paraguai)
Cartões vermelhos: -
Gols: -

PARAGUAI: Justo Villar, Iván Piris, Paulo da Silva, Dario Verón e Aureliano Torres; Cristian Riveros, Edgar Barreto (Enrique Vera), Néstor Ortigoza e Marcelo Estigarribia; Roque Santa Cruz (Pablo Zeballos) e Lucas Barrios (Nelson Valdez).
Técnico: Gerardo Martino

EQUADOR: Marcelo Elizaga, Néicer Reasco, Norberto Araujo, Frickzon Erazo e Walter Ayoví; Cristian Noboa, Segundo Castillo, Luis Antonio Valencia (Miguel Arroyo) e Edison Méndez (David Queiroz); Cristian Benítez e Felipe Caicedo.
Técnico: Reinaldo Rueda

 

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Fotos: Reuters





Copa América: história do torneio de seleções mais antigo do mundo

30 06 2011

Por Renato Fugulin

Nesta sexta-feira (1) começa a 43ª edição da Copa América. Disputada desde 1916, jogaram a competição nomes como Maradona, Pelé, Hugo Sánchez, Zagallo, Zizinho, Marco Etcheverry, Sergio Livingstone e Enzo Francescoli. Confira abaixo a história do torneio de seleções mais antigo do mundo.

Surgimento do torneio e o primeiro campeão
Em 1916, o futebol era o esporte predileto na América do Sul. Aproveitando o crescimento da modalidade, a Argentina decidiu criar um torneio entre seleções do continente. O Ministério de Relações Exteriores do país convidou Brasil, Chile e Uruguai para disputar a competição, chamada na altura de Campeonato Sudamericano de Football.

As equipes jogaram entre si em um único grupo. O Uruguai, tendo vencido duas partidas e empatado outra – 4 a 0 contra o Chile, 2 a 1 contra o Brasil e 0 a 0 contra a Argentina -, se sagrou campeão do torneio.

Com o sucesso da competição, o dirigente uruguaio Héctor Rivadavia Gómez fundou a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) em 9 de julho daquele ano. Assim, o Campeonato Sudamericano de Football passou a ser considerado oficial e tornou-se o mais antigo de seleções do mundo.

O troféu mais desejado do continente

Troféu Copa América

O troféu Copa América foi levantado pela primeira vez pelo Uruguai, em 1917. Foto: http://www.ca2011.com

No ano seguinte, em Montevidéu, as mesmas seleções disputaram a segunda edição do Campeonato Sudamericano de Football. A competição foi disputada no Estádio Parque Pereira, construído para sediar o  torneio. Desta vez, o vencedor passou a ter uma taça para levantar. O troféu Copa América foi comprado por 3.000 francos suíços pelo Ministério de Relações Exteriores da Argentina e doado à Conmebol. Mais uma vez, o Uruguai venceu a competição e se tornou bicampeão.

A primeira conquista do Brasil
O terceiro Campeonato Sudamericano de Football, originalmente marcado para 1918, foi adiado para o ano seguinte devido a uma epidemia de gripe que assolou o Rio de Janeiro, cidade encarregada de organizar a competição. Com o adiamento, o Estádio das Laranjeiras foi reformado a tempo e recebeu as partidas do torneio, novamente disputado pelas mesmas seis equipes.
O Brasil, que contava com Artur Friedenreich e Neco, disputou a final contra o Uruguai e venceu pelo placar mínimo. Depois de um empate no tempo regulamentar, Friedenreich marcou o único gol da partida já no segundo tempo da prorrogação e fez com que o Brasil vencesse o seu primeiro título internacional.

1959, o ano das duas Copas Américas

O Monumental de Nuñez recebeu a Copa América de 1959 entre março e abril, a primeira desse ano. Argentina, Chile, Bolívia, Uruguai, Brasil, Peru e Paraguai disputaram a competição. O destaque era a Seleção Brasileira, campeã do mundo no ano anterior, que contava com Zagallo, Didi, Garrincha, Djalma Santos, Nilton Santos e Pelé. Esta foi a única Copa América disputada pelo Rei, da qual foi artilheiro com oito gols. No entanto, nem mesmo a equipe que conquistou o título mundial em 1958 superou a Argentina. No confronto final entre as duas equipes, a albiceleste jogava apenas para o empate para levantar a taça. A igualdade por 1 a 1 determinou que a Argentina se sagrasse campeã pela 12ª vez.

O Equador requistou à Conmebol que fosse realizada uma edição excepcional do torneio, tendo em vista a inauguração do Estádio Modelo, de Guayaquil. Paraguai, Argentina, Uruguai e Brasil foram convidados para disputar a segunda Copa América do ano. O Brasil foi o único país que não levou sua equipe principal. Ao invés disso, uma seleção de jogadores do estado de Pernambuco representou o país.
O Uruguai venceu três partidas e empatou uma, e conquistou o seu décimo título do torneio.

Pela primeira vez, as dez equipes da Conmebol disputam a Copa América
Em 1975, a Copa América não teve sede fixa pela primeira vez na história do torneio. Além disso, foi também a primeira ocasião em que participaram as dez seleções da Conmebol – Argentina, Brasil, Equador, Colômbia, Venezuela, Uruguai, Bolívia, Peru, Chile e Paraguai. No entanto, dificuldades econômicas impediram que todas as equipes jogassem entre si. Assim sendo, nove equipes foram divididas em três grupos. O Uruguai, vencedor da edição anterior, em 1967, entrou na semifinal, disputada em duas partidas.
O Peru bateu o Brasil no Mineirão por 3 a 1 no jogo de ida e por 2 a 0 em Lima. O seu adversário na final foi a Colômbia, que se classificou para a decisão após vencer o Uruguai por 3 a 0 no primeiro confronto em Bogotá e ter perdido pelo placar mínimo em Montevidéu.
Na final, a equipe que vencesse duas partidas seguidas levaria a taça. Em caso de dois empates, seria disputado um jogo adicional em campo neutro. E foi exatamente o que aconteceu entre as duas seleções. Em 16 de outubro, a Colômbia recebeu o time peruano em Bogotá e venceu por 1 a 0. Seis dias depois, o Peru bateu os colombianos por 2 a 0. No jogo decisivo, disputado em Caracas, na Venezuela, Hugo Sotil, jogador peruano do Barcelona, fez o único gol da partida aos 25 minutos do primeiro tempo e o Peru conquistou o bicampeonato da Copa América. A primeira vez que os peruanos levantaram o troféu havia sido em 1939.

Seleção Peruana campeã em 1975

Time peruano que disputou a Copa América de 1975. Foto: http://www.ca2011.com

Os primeiros convidados
Em 1993, a Conmebol convidou as seleções do México e dos Estados Unidos, membros da Concacaf, para disputar a 36ª edição da Copa América, realizada no Equador. Assim, 12 equipes foram divididas em três grupos, nos quais as duas primeiras colocadas se classificariam para a fase eliminatória (com exceção do Grupo C, em que chegariam à fase seguinte os três primeiros classificados) – quartas de final, semifinal e final, todas em jogo único.
O México, do atacante Hugo Sánchez, chegou à final contra a favorita Argentina, que contava com Gabriel Batistuta, Fernando Redondo, Oscar Ruggeri e Diego Simeone. Os “hermanos” confirmaram o favoritismo e bateram os mexicanos por 2 a 1 com dois gols de Batistuta. Galindo descontou para o México. A Argentina venceu a sua 14ª Copa América e se tornou a maior vencedora da competição desde 1916.

Há quatro anos atrás

Daniel Alves

Daniel Alves comemora o seu gol, o terceiro do Brasil na final de 2007. Foto: AP

A última edição da Copa América foi disputada na Venezuela, em 2007. Depois de uma participação bastante constestada do Brasil na Copa do Mundo de 2006, a “canarinha” chegou à final do torneio sul-americano depois de eliminar o Uruguai por 5 a 4 nos pênaltis, após um empate de 2 a 2 no tempo regulamentar. Na decisão, o Brasil jogou contra a Argentina. A albiceleste era considerada favorita, uma vez que havia vencido todos os jogos sem grande dificuldade, marcando 16 gols e sofrendo apenas três no processo.
No entanto, tal como na edição de 2004, o Brasil levou a melhor. Uma vitória por 3 a 0 com gols de Júlio Baptista, Ayala (contra) e Daniel Alves garantiu o oitavo título brasileiro na Copa América.

Campeões da Copa América
Desde a sua criação em 1916, a Copa América teve sete campeões diferentes. Confira abaixo quais foram:
Argentina – 38 participações, 14 títulos (1921, 1925, 1927, 1929, 1936, 1941, 1945, 1946, 1947, 1955, 1957, 1959, 1991 e 1993)
Uruguai – 40 participações, 14 títulos (1916, 1917, 1920, 1923, 1924, 1926, 1935, 1942, 1956, 1959 [edição de dezembro], 1967, 1983, 1987 e 1995)
Brasil – 32 participações, 8 títulos (1919, 1922, 1949, 1989, 1997, 1999, 2004 e 2007)
Peru – 28 participações, 2 títulos (1939 e 1975)
Paraguai – 33 participações, 2 titulos (1953 e 1979)
Bolívia – 23 participações, 1 título (1963)
Colômbia – 19 participações, 1 título (2001)

Leia também:

Copa América 2011 : Camisas das Seleções

Copa América 2011 : Camisas das seleções – Parte 2

Copa América 2011: Camisas das Seleções – Parte 3

Argentina divulga lista de 23 jogadores para a Copa América





Copa América 2011 : Camisas das Seleções

25 06 2011

JornalismoFC mostra as camisas que desfilarão pelos gramados argentinos

Por Seme Amaral

A Copa América 2011 terá início no dia 1 de julho e será disputada na Argentina. O JornalismoFC começa a cobertura da competição mostrando as camisas das seleções que disputarão o torneio no país do nossos ”Hermanos”.

Para começar, mostraremos os uniformes das seleções que são consideradas favoritas para conquistar a Copa América.

BRASIL

A camisa da Seleção Brasileira foi apresentada em Fevereiro de 2011 e causou muita polêmica. Muitos gostaram do novo visual, mas outros reclamaram da faixa na altura do peito. A reclamação foi que descaracterizou a camisa. A Nike, fornecedora da Seleção desde 95,disse que a faixa faz uma alusão ao ritual de povos antigos, quando pintavam suas peles antes de alguma importante batalha como forma de intimidação. O popular “corpo fechado”.

Um canarinho bordado no verso do escudo e uma mensagem na gola, com a frase ”Nascido para jogar futebol”, são as outras novidades da camisa. Segundo a Nike, a camisa possui ”200 furos minúsculos cortados a laser, apoiados por um mecanismo que evita rasgos”.

ARGENTINA

A nova camisa da Argentina foi apresentada de uma forma diferente. Com Messi como modelo, a Adidas usou o seu canal na rede social Facebook para divulgar o novo uniforme. A primeira camisa é a tradicional com faixas largas na cores azul e branca. O segundo uniforme tem mudanças mais significativas. A camisa é em um tom de azul mais escuro e possui uma faixa azul mais claro na altura do peito, uma pequena faixa branca e outra azul mais clara. 

A camisa possui a tecnologia ClimaCool®, que segundo a Adidas, são canais especialmente projetados para a ventilação e tecidos tridimensionais que permitem que o ar fresco flua constantemente de dentro para fora.

URUGUAI

Provavelmente usando a superstição e apostando na sorte e competência que a Celeste teve na Copa do Mundo da África do Sul 2011, a Puma, fornecedora do Uruguai, até o momento não apresentou novos modelos para a disputa da Copa América 2011.

A Azul Celeste, tão conhecida no mundo inteiro, possui detalhes em branco nas mangas, e por toda a camisa, os pequenos desenhos do sol da bandeira do país, em marca d’água, dá um toque patriótico ao uniforme. O segundo uniforme é todo branco, com detalhes em azul.

PARAGUAI

A nova camisa é inspirada no modelo de 1979, quando o Paraguai foi campeão da Copa América. O modelo é o tradicional já usado pelos ”Guaranis”, com listras verticais nas cores vermelho e branco. Por dentro da gola, aparece a frase “MBA´EGUASU GUARANI”, que demonstra o orgulho em ser Guarani, como o leão, símbolo do país, que representa a força e o poder da seleção paraguaia.

O segunda camisa é branca, com duas faixas verticais abaixo do peito, nas cores azul e vermelho. A novidade fica por conta da estrela dourada no centro das faixas.

A camisa possui a tecnologia TechFit PowerWEB™, que independente da condição metereológica, os jogadores possam ter o melhor rendimento, deixando com que isso seja um problema, apenas se preocupando no “calor” do jogo. Outra tecnologia presente na camisa, é a já famosa ClimaCool®, que faz com que o jogador sinta-se mais arejado no jogo, regulando a temperatura corporal e melhorando a ventilação do corpo, mantendo a temperatura ideal para a partida.

No próximo post mostraremos as camisas de Chile, México, Equador e Colômbia.





Santos se atrasa e Muricy improvisa treino no hotel

13 04 2011

O Alvinegro se prepara para mais um jogo decisivo na Libertadores

Por Vanessa Rodrigues

Com o atraso do vôo que levou a delegação do Santos FC para o Paraguai, o treino de terça-feira que seria no CT do Olímpia, em Assunção, foi cancelado.

A equipe chegou mais de uma hora após o previsto, e por isso o técnico Muricy Ramalho teve que improvisar um treino físico no terraço do hotel em que estão hospedados.

“Estava muito escuro, mas deu para soltar um pouco a musculatura”, afirmou o lateral-esquerdo Léo.

O Peixe fará nesta quarta-feira o reconhecimento do gramado do estádio General Pablo Rojas, onde enfrentará amanhã o Cerro Porteño precisando da vitória para seguir na competição.

O jogo está marcado para às 20h30, no horário de Brasília, e é válido pela quinta rodada do Grupo 5 da Copa Libertadores.

Fotos do treino do Santos FC no Paraguai:

 

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Crédito obrigatório: Fábio Maradei/Santos FC





Adidas apresenta novo uniforme do Paraguai

9 04 2011

Seleção Paraguaia usará os modelos na Copa América de 2011

Direto da Redação

A adidas lançou a nova camisa que será usada pela seleção do Paraguai durante a Copa América. O novo uniforme foi apresentado em evento que homenageou os campeões de 1979. Durante o evento, membros da adidas juntamente com Miguel Angel Naput, presidente da Associação Paraguaia deFutebol, entregaram aos jogadores campeões medalhas comemorativas.

Com design inspirado no modelo de 79, ano em que o Paraguai foi o campeão da Copa América, a camisa traz a frase “MBA´EGUASU GUARANI”, que demonstra o orgulho em ser Guarani, assim como o leão, símbolo dopaís, que representa a força e o poder da seleção nacional.

Os jogadores paraguaios poderão escolher a camisa TechFit PowerWEB™, que irá ajudá-los a ter um rendimento ainda melhor em todas as condições meteorológicas, permitindo que eles se concentrem no desempenho para atingir os seus objetivos usufruindo da melhor maneira a  tecnologia disponível.

Dando continuidade à tradição de inovação e personalização, criada por Adi Dassler, fundador da adidas, nos anos 50, a marca oferece aos jogadores camisas que combinam o patriotismo e os atributos característicos da equipe com a tecnologia de compressão TECHFIT™ PowerWEB ou com a tecnologia ClimaCool®, que oferece mais liberdade nas jogadas. Desta forma, cada jogador pode concentrar-se em seu desempenho individual e alcançar seus objetivos, mas sempre utilizando os ícones, cores e design exclusivo que representam seu país.

A TechFit ™PowerWEBé a vanguarda do design esportivo e centraliza a energia dos músculos para gerar máxima potência explosiva, aceleração e resistência; reduz a vibração muscular e melhora a postura. Por meio do uso de tecidos de compressão e aplicações de faixas de TPU em áreas específicas, as peças de TechFit ™ proporcionam o máximo em design.

De acordo com estudos, utilizando o kit completo (camisa, calção e meias), o TECHFIT™PowerWEB comprovadamente aumenta o poder de um jogador em 5,3% *, altura do salto em 4% *, velocidade de sprint em 1,1% e 0,8%** de resistência aumentada.

Já a tecnologia ClimaCool® faz com que o jogador se sinta mais arejado no momento do jogo. Ela também regula a temperatura corporal, melhora a ventilação do corpo para manter o atleta em sua temperatura ideal durante o treino e competição.

** Pesquisa comprovada pela adidas Global Research eUniversidade de Calgary.





Capitão Bruno Uvini elogia: “Foi uma vitória para mostrar a força do grupo”

18 01 2011

Após a goleada de 4 a 2 sobre o Paraguai, no Sul-Americano Sub-20, os jogadores da Seleção Brasileira deixaram o campo contentes, porém insatisfeitos com a atuação da arbitragem.

“Fica complicado quando o time só apanha e o juiz não pune o adversário. Nossos lances foram de jogo e tivemos dois jogadores importantes expulsos, que agora serão desfalques”, reclamou o zagueiro Bruno Uvini

O capitão da Seleção Brasileira elogiou a postura de sua equipe, e reclamou da falta de critério do árbitro argentino Diego Abal.

“Foi uma vitória para mostrar a força do grupo. Mesmo com dois jogadores a menos, fomos guerreiros até o fim. A gente já esperava pelas dificuldades, porque o Paraguai é uma boa equipe e eles pegaram forte. Acho que faltaram cartões para eles”, completou, o jogador que pertence ao São Paulo.

Com a vitória, o Brasil lidera o grupo B com três pontos, Colômbia e Equador, que empataram por 1 a 1 na preliminar, têm um ponto. Já Paraguai e Bolívia ainda não jogaram e estão zerados. A Seleção Brasileira volta a campo na madrugada de quinta para sexta-feira, também às 00h10 (de Brasília), contra a Colômbia.





Em noite espetacular de Neymar, Brasil goleia o Paraguai

18 01 2011

Com um show de Neymar, a Seleção Brasileira estreou no Sul-Americano Sub-20 goleando o Paraguai, por 4 a 2. Todos os gols foram marcados pelo atacante do Peixe, que fez o que quis na área adversária.

Logo aos 6 min, Bruno Uvini quase abriu o placar. O zagueiro recebeu o cruzamento de Neymar na área e carimbou o travessão.

O Paraguai dominava os primeiros minutos da partida indo ao ataque com perigo, mas os marcadores de Neymar não conseguiram impedir suas jogadas e dribles por muito tempo.

Aos 25 min, Casemiro fez uma bela jogada individual, entrou na área com velocidade e foi derrubado pelo goleiro. Na cobrança de pênalti, Neymar abriu o placar chutando rasteiro no canto direito do goleiro.

Depois do primeiro gol, o Brasil cresceu na partida. Aos 33 min, Neymar recebeu de Lucas, cortou 2 adversários, e chutou forte, ampliando o resultado com um golaço.

Já aos 41, Neymar deixou Lucas na cara do gol, mas na divida o goleiro levou a melhor. No último lance do primeiro tempo, em uma falta bem batida por Lucas o goleiro Ovando espalmou para escanteio.

No inicio da segunda etapa, Zé Eduardo foi expulso, após cometer falta em Cáceres e impedir sua saída rápida para o ataque.

Com um a menos, o Brasil voltou a ser pressionado e Vieira diminuiu para o Paraguai esquentando ainda mais a partida. Após cobrança de escanteio, o paraguaio aproveitou um desvio de cabeça para colocar a bola no fundo do gol.

Quando o jogo começava a se complicar para o Brasil, Neymar mais uma vez pareceu. Aos 15 min, o atacante aproveitou a sobra na área, dividiu com o goleiro e tocou de cabeça para o gol, mais um golaço.

E a noite de Neymar ainda não havia terminado, um gol de cobertura selou a noite perfeita do atacante, aos 18 min. No final da partida, o Paraguai marcou mais um, com Montenegro que recebeu na área, saiu do goleiro e finalizou.

Mas nem mesmo com quatro minutos de acréscimo, e com a expulsão de Henrique aos 40 min e do treinador Ney Franco, o Paraguai conseguiu reverter o resultado.

Esta vitória da ao Brasil a liderança isolada do Grupo B, já que Equador e Colombia empataram em 1 a 1 na preliminar e a Bolívia ainda não estreou.

Brasil 4 x 2 Paraguai

Gols
Brasil: Neymar, aos 25min e aos 33min do 1º tempo, e aos 15min e aos 18min do 2º tempo
Paraguai: Viera, aos 6min, e Montenegro, aos 39min do 2º tempo

Brasil
Gabriel; Danilo (Rafael Galhardo), Bruno Uvini, Juan e Alex Sandro; Casemiro e Zé Eduardo; Lucas (Romário), Oscar (Fernando) e Neymar; Henrique. Técnico: Ney Franco.

Paraguai
Mario Ovando; Raúl Cáceres, Gustavo Gómez, Diego Viera e Nelson Ruiz; Diego Benítez, Hernán Pérez, Marcos Giménez e Iván Torres (Brian Montenegro); Jorge Ortega (Alberto Contreras) e Claudio Correa. Técnico: Adrian Coria

Cartões amarelos
Santos: Gómez, Ovando, Benítez e Torres
Flamengo: Danilo, Henrique, Zé Eduardo e Neymar

Cartões vermelhos
Brasil: Zé Eduardo e Henrique

Árbitro
Diego Abal (ARG)

Local
Estádio Jorge Basadre, Tacna (Peru)





Racismo no futebol argentino volta à cena

27 10 2010
Por Lucas Pavanelli
Da Argentina, especial para o JornalismoFC

Atitude de parte da torcida do Independiente leva a crise diplomática

A embaixadora da Bolívia na Argentina, Leonor Arauco Lemaitre, enviou um documento formal ao INADI (Instituto Nacional contra a Discriminação, a Xenofobia e o Racismo) sobre as frequentes manifestações contra bolivianos em partidas de futebol do Campeonato Argentino. O mais recente aconteceu neste domingo (24) no clássico entre Boca Juniors e Independiente que, apesar de ter terminado num apático empate sem gols, chamou a atenção pelas manifestações de parte dos barras-bravas do Rojo, em Avellaneda, cidade vizinha à capital Buenos Aires.

Dezenas de bolas de fraile foram arremessadas pela torcida do Independiente - Foto: Clarín

No último domingo, os hinchas do Independiente atiraram ao gramado dezenas de doces chamados bolas de fraile, em referência ao apelido dado aos bolivianos que vivem na Argentina: bolitas. Também os paraguaios foram “lembrados” com doces em forma de guarda-chuvas (paraguas, em espanhol, termo que os argentinos usam para se referirem aos vizinhos paraguaios).

O festival de insultos lembra os enfrentados por jogadores africanos, como Samuel Eto’o, em partidas na Europa, que viam chover bananas das arquibancadas. Mesmo com os xingamentos, a partida seguiu até o final. Leonor pediu atitudes mais firmes da AFA (Associação de Futebol Argentino) e de seu presidente, Julio Grondona, para que essas cenas  não voltem a repetir. Em março do ano passado, a mesma torcida do Independiente, dessa vez no estádio do Huracán, subiu as arquibancadas com bandeiras da Bolívia e do Paraguai, em jogo também contra o Boca Juniors.

A explicação para as manifestações xenófobas  contra a equipe azul-y-oro vem da imigração latino-americana e da popularização da torcida do Boca, eventos que se tornaram mais fortes nas duas últimas décadas. O censo argentino de 2001 indicou mais de 230 mil bolivianos radicados em território argentino. O país ao sul da Bolívia é o destino de 73% das pessoas que saem do país em busca, principalmente, de melhores condições de vida em outros lugares.  Hoje, estima-se que entre 1,5 milhão e 2 milhões de bolivianos vivam na Argentina, e principalmente na região da Grande Buenos Aires. Os paraguaios chegam a 325 mil, de acordo com o Censo de 2001, mas estima-se que cerca de meio milhão vive na Argentina, muitos deles em situação irregular.

Como o futebol é paixão nacional não só no Brasil, mas em toda América Latina, os imigrantes bolivianos e paraguaios que chegavam à Argentina deveriam escolher um time de maior afinidade no país para que pudessem torcer. E o escolhido, por grande parte deles, foi justamente o Boca Juniors. A equipe mais popular da Argentina conquistou títulos importantíssimos recentemente, com destaque para as Libertadores de 2000, 2001, 2003 e 2007, além dos Mundiais de 2000 e 2003 e da Copa Sul-Americana de 2004 e 2005 e auto-intitula a torcida como “a metade mais um”, já que as torcidas de todos os outros times argentinos somados, segundo algumas pesquisas, nunca chegam a quantidade de torcedores do Boca.








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