De volta a Portuguesa, Diogo espera um bom ano para a equipe no Brasileirão

24 05 2013

Diogo retorna a Portuguesa para a disputa do Brasileirão e acredita que o time fará um bom campeonato

Por: Camila Andrade

'Tive outras propostas, mas o que pesou foi a vontade de voltar e minha identificação com a Portuguesa', afirmou o atacante Diogo (FotoArena)

Após passagens por Olympiacos, Flamengo e Santos, Diego retorna a Portuguesa (FotoArena)

Em entrevista exclusiva ao Jornalismo Futebol Clube, Diogo Luis Santo, falou sobre o começo de sua carreira na Portuguesa, suas passagens pelo Olympiacos, Flamengo, Santos, até sua volta ao Canindé.

O atacante Diogo, de 25 anos, aliado a sua técnica, logo no inicio foi destaque pelo Campeonato Paulista da série A2, em 2007, onde foi campeão. Na série B do Brasileiro, marcou 18 gols em 28 partidas, o que lhe rendeu, além do acesso do clube a elite do futebol brasileiro, o prêmio de melhor jogador da competição, naquele mesmo ano.

No Olympiacos (2008/12), conquistou a Super Liga Grega e Copa da Grécia. Emprestado ao Flamengo em 2010, teve uma passagem rápida e foi para o  Santos, no ano seguinte, conquistando  o Campeonato Paulista e a Copa Libertadores da América.

Diogo rescindiu seu contrato com o time grego e retornou em março de 2013 para a Portuguesa. Não pode ser inscrito no Paulista da A2 e viu de perto o segundo título do clube na competição. Até agora jogou somente duas partidas pela Copa do Brasil e aguarda ansioso o começo do Brasileirão e crê que a Lusa tem uma equipe experiente e poderá fazer um bom campeonato. Confira a entrevista do JFC com o jogador.

JFC: Como você se descobriu no futebol?

Diogo: Eu gosto de futebol de pequeno, desde quando eu nasci, praticamente. Quando tinha sete anos, minha mãe me levou para jogar em uma escolinha, que chama Pequeninos do Jóckey, joguei lá minha infância toda. Com 13 anos fiz um teste na Portuguesa e acabei ficando aqui. Passei por todas as categorias de base, até chegar no profissional. Quando cheguei no juvenil, vi que a coisa estava ficando um pouco mais séria. Então foi a partir daquele momento que achei que poderia tentar. Sabia que era difícil, tinha a possibilidade de dar certo, como também de não dar.

JFC: Você começou a jogar na Portuguesa e foi destaque tanto na A2 do Paulista, quanto na série B do Brasileiro, quando chegou a marcar 18 gols em 28 jogos, como foi isso?

Diogo: Eu tinha subido em 2006, foi um muito ano complicado, o time quase caiu para a série C do campeonato. Então a equipe veio muito desacreditada, e em 2007, foi perfeito. Para nós, saber que éramos desacreditados desde o começo, e provamos o contrário, fomos campeões da A2. Na série B, tivemos alguns tropeços no começo, foi muito difícil, mas conseguimos dar a volta por cima e também conseguimos o acesso. Foi muito especial para mim.

Diogo atacante do Olympiacos (Foto: Reuters)

Diogo atuou no Olympiacos, da Grécia (Foto: Reutres)

JFC: Após isso, você foi contratado pelo Olympiacos. Como foi sua passagem em terras gregas?

Diogo: Na verdade, foi na metade de 2008. Joguei algumas partidas do Brasileirão e logo depois fui vendido. Tenho um carinho muito especial pelo Olympiacos, fui recebido com muito carinho lá, meu primeiro ano foi muito bom. Ganhamos os dois títulos que disputamos, fiz gols. Então foi um ano bem especial. No segundo ano não foi tão legal, porque eu sofri com muitas lesões. Não foi a mesma coisa.

JFC: Como é sair jovem e ir para um país com outro idioma, outra cultura?

Diogo: O que ajudou bastante foi o clima do país na época que eu peguei, muito quente. Depois veio o frio, mas comparado com outros países da Europa não é igual à Rússia, Itália, Ucrânia, que o pessoal fala, que sofrem bastante. É claro que é diferente. A língua também é muito complicada, mas ali tinham outros brasileiros. Minha mãe ia sempre. Então procurava ficar perto desse pessoal, para superar isso.

JFC: Você chegou a ir para o Flamengo por empréstimo, na época que estava tendo o caso do Bruno e problemas também com o Adriano, conte-me sua passagem pelo clube carioca.

Diogo: Acho que cheguei em um momento errado, vamos dizer assim. Estava toda aquela polêmica do Bruno, que deu no que deu. Depois o Adriano saiu também. Talvez não era o momento ideal para eu ter ido. Foi um ano complicado não só para mim, mas para o clube inteiro, tanto na parte do futebol, como na parte interna do Flamengo. Então essa passagem não foi muito legal, pelos problemas que tiveram.

JFC: Em 2011 você jogou no Santos, o clube foi campeão da Libertadores, mas você não jogou muito. Como foi sua passagem na equipe santista?

Diogo: No Santos, fiquei chateado pela lesão que tive. Fiz uma sequencia boa no começo do campeonato, depois veio uma lesão séria, parei por três meses e meio. Quebrei um ossinho das costas, acabei me afastando na melhor parte. E a gente tem que ser realista também, depois o time engrenou, foi campeão paulista e da Libertadores. Após isso, voltei para a Grécia e agora retornei a Portuguesa.

JFC: Você não foi inscrito pela A2, jogou duas partidas pela Copa do Brasil, o primeiro no Mato Grosso e depois naquele jogo da eliminação, em que a torcida protestava, mas te apoiavam. Como foi aquele momento?

Diogo: Fiquei muito chateado pela situação. Nós entendemos a torcida naquele jogo, porque não é uma coisa normal, realmente eles tem que protestar. Todo o respeito à equipe do Comercial, que teve os seus méritos, mas a Portuguesa não pode tomar um sete a zero. Isso é ruim pra imagem e até para os torcedores. Eles ficaram bastante magoados naquele jogo. Sou contra a violência, tiveram alguns casos de atacar pedra, eu sou contra também. O protesto é válido, o torcedor paga ingresso e tem o direito de protestar da forma que eles quiserem, mas o caminho da violência sou totalmente contrario.

JFC: Como foi pra você acompanhar o time campeão da A2, de fora?

Diogo: A parte ruim é não poder jogar e ficar só treinando. Muitas vezes, eu treinava pouco, porque o time tinha que treinar para jogar o campeonato. Então ficava ansioso, daquele jeito “Pô, não vou poder treinar, não vou poder jogar”, então essa foi à parte ruim.

 

Diogo se prepara para atuar pelo Brasileiro (Foto: divulgação/Site oficial)

JFC: Você veio para atuar no Brasileirão. Como está sua preparação para o campeonato?

Diogo: Estou um pouco apreensivo para falar a verdade. Mas isso é bom, porque fiquei tanto tempo treinando e quando chega à semana de poder treinar para jogar falo: “Nossa! Não acredito, passou rápido”, assim entre aspas. Então estou feliz e um pouquinho ansioso, mas quando chegar a hora do jogo, isso passa.

JFC: O que você espera com a sua volta em relação ao clube e a torcida?

Diogo: Espero que seja um ano bom. Você vê que a torcida está um pouco desconfiada com o time, num ano complicado também, porque é um ano de eleição no clube. Então sabemos que sempre é difícil para qualquer clube, mas espero que a possamos superar e fazer um grande campeonato. Temos condições, vou deixar bem claro que temos jogadores experientes. Vamos fazer um bom campeonato.

 





Chamusca não é mais técnico da Portuguesa

15 04 2013

Reunião nesta segunda-feira definiu o futuro do técnico

Por Camila Andrade

Após a derrota por 7 a 0 para o Comercial, em Ribeirão Preto, no quadrangular final da série A2 do Paulista, a Portuguesa anunciou na manhã desta segunda-feira (15), em seu site oficial, a saída do técnico Péricles Chamusca.

Em reunião, treinador e diretoria, entraram e comum acordo. Junto a ele saíram, o auxiliar João Marcelo, o preparador físico Flávio Oliveira e o treinador de goleiros Marquinhos.

Sob o comando de Chamusca, a Lusa chegou a disputar 22 jogos, entre eles obtiveram: 14 vitórias, quatro empates e quatro derrotas. A equipe até então ocupa a segunda posição, do grupo 3, nas fases finais da competição paulista e segue rumo à volta a elite do futebol de São Paulo.

Nesta terça-feira, pela Copa do Brasil, a Portuguesa enfrenta, em casa, o Naviraiense e terá a frente da equipe, o professor Edson Pimenta. Ele tem a missão de garantir a vaga para a próxima fase da competição nacional.





‘Vira-casaca’, Marcos Assunção revela ao JFC que virou palmeirense, mas que se inspira em ídolo do rival

28 08 2012

Volante do Palmeiras concedeu entrevista exclusiva ao Jornalismo FC; áudio da conversa no fim da matéria

Por Caio Martins

Marcos Assunção conquistou seu primeiro título pelo Palmeiras em julho deste ano (Foto: Tom Dib)

“Nunca tive um ídolo no futebol. O meu maior ídolo é meu pai”. Foi com essas palavras que Marcos Assunção definiu seu maior exemplo de vida. Emocionado ao falar de seu pai, o jogador disse que ele “fez de tudo para que eu me tornasse o que eu sou hoje” . O volante palmeirense de 36 anos, conhecido por suas mortais cobranças de falta, que, aliás, são inspiradas no ídolo corintiano Marcelinho Carioca, saiu do grupo de bons jogadores da história alviverde para o hall de grandes ídolos da história do Palmeiras ao tirar o Verdão da fila de 12 anos sem títulos nacionais com a conquista da Copa do Brasil em julho deste ano.

Em entrevista exclusiva ao Jornalismo FC, Marcos Assunção falou sobre suas inspirações, seu sentimento ao vestir a camisa alviverde e à respeito de seu futuro, que ainda pode ser o Verdão por conta da disputa da Taça Libertadores 2013. Você confere abaixo, na íntegra, nossa conversa com o atleta.

Ídolo corintiano, Marcelinho Carioca foi a inspiração de Marcos Assunção nas bolas paradas (Foto: Divulgação)

JFC: Você tem um verdadeiro dom quando se trata de bola parada. Obviamente, isso é fruto de muito treinamento, mas muitos treinam e nunca chegam neste nível. Quando e como você descobriu essa especialidade?

Assunção: A partir do momento em que eu queria jogar futebol. Eu queria ser um grande batedor de faltas. Eu queria me destacar em alguma coisa quando eu comecei a jogar futebol. Eu sabia que tinham muitos jogadores que fazem muitas coisas, mas, mesmo assim, essas muitas coisas ainda não eram as necessárias. Então eu tinha que ter alguma coisa a mais, algo a mais. Eu gostava muito de ver o Marcelinho Carioca cobrando falta. Eu coloquei na minha cabeça que um dia eu poderia não chegar a ser como ele, como não cheguei. Para mim, o Marcelinho é o melhor que eu vi. Já me falaram de grandes batedores de falta, mas, dos que eu vi, ele foi o melhor. Eu queria fazer as coisas que ele fazia, bater falta igual ele batia. Então eu comecei a treinar bastante mesmo, para que eu pudesse fazer gols de falta. Isso exigiu muito trabalho e treinamento.

JFC: Quais são seus maiores ídolos no futebol?

Assunção: Cara, eu nunca tive um ídolo. Eu vim de família humilde, então antes de começar a jogar futebol, eu nunca tinha ido em um estádio. Eu tive um ídolo de vida: meu pai. Ele nunca jogou futebol e nem nada, mas é um cara que me ajudou muito, que queria que eu fosse jogador de futebol. É um exemplo para mim, é o meu maior ídolo, meu maior defensor, fez de tudo pela minha carreira. Ele trabalhou muito para que eu pudesse ser o que eu sou hoje, o que eu fui, o que eu fiz na minha vida profissional. Ele é falecido já, é um cara que me faz muita falta.

Antes santista, Assunção afirmou que seu coração já é verde (Foto: Gazeta Press)

JFC: Há um tempo atrás, você declarou publicamente ser torcedor do Santos. No entanto, sua postura em campo é de muita garra e comprometimento. Podemos dizer que seu coração já se tornou palmeirense?

Assunção: Já. Eu estou aqui há quase três anos, eu não tenho para onde fugir mais. Uma coisa que eu amo fazer é jogar aqui no Palmeiras, eu amo vestir essa camisa. Eu aprendi a amar o Palmeiras, de verdade. Eu faço de tudo pelo clube, eu dou o meu máximo, quando estou em campo, para que o time possa vencer. Eu tento de tudo para que a torcida palmeirense fique feliz. Eu faço de tudo para que eu possa chegar na minha casa e ver meu filho de três anos que é palmeirense doente, ficar alegre e poder comemorar que o Palmeiras ganhou o jogo. Isso fez com o que eu tivesse amor e o respeito que as pessoas tiveram e têm por mim desde que eu cheguei no clube crescesse muito. O que eu posso dizer é que tenho um carinho muito grande pelo Santos, por tudo que ele me proporcionou para a minha vida profissional fora do Brasil, afinal, foi esse clube que me deu essa oportunidade. Mas no Santos eu não tive um título tão importante quanto eu tive aqui no Palmeiras. Ganhei no Santos? Ganhei. No entanto, posso dizer que quando eu parar de jogar, meu coração será 50% Santos e 50% Palmeiras. O Palmeiras é muito importante na minha vida profissional.

JFC: Seus gols de falta e seus cruzamentos já ajudaram o Palmeiras em várias partidas e competições. Você não acha que o time está muito dependente dessas jogadas que vem de seus pés?

Assunção: Não, eu não acho não. Acho que todo o time gostaria de ter um jogador de bola parada. Eu gosto de jogar no Palmeiras, acho que as pessoas do clube estão felizes com o meu trabalho. Eu acho que quando as duas partes estão contentes, é maravilhoso. É uma felicidade enorme, com 36 anos, ser importante para o Palmeiras.

JFC: Você já fez muitos gols pelo Palmeiras. Qual, ou quais, deles considera o mais importante? E o mais bonito?

Assunção: Na Copa Sul-Americana de 2010, contra o Vitória. O gol não nos deu o título, mas acho que foi um dos mais importantes na minha carreira aqui no Palmeiras.

Para o volante, o gol contra o Vitória foi o seu tento mais importante pelo Palmeiras. No vídeo, você vê o gol filmado por um torcedor presente nas arquibancadas do Pacaembu

JFC: Falando em gols, você tem de cabeça o número de gols que você fez de falta?

Assunção: Não tenho, não faço a mínima ideia para falar a verdade. Eu nunca contei os meus gols. Não sei o número exato, não. Eu quero fazer gols em todas as faltas que eu cobro, mas nunca parei para contar.

JFC: Neste Brasileirão, vários erros de arbitragem estão acontecendo, muitos deles contra o Palmeiras. Segundo o site “Placar Real”, um portal que analisa os erros de arbitragem no Campeonato, o Verdão é um dos mais prejudicados. Você acredita que, sem tantos inúmeros erros, o time estaria muito mais confortável na tabela? Porque a situação está complicando cada vez mais…

Assunção: Eu acho que sim. Tivemos alguns erros da arbitragem, mas a gente não pode ficar pensando nisso. Nós temos que depender de nós mesmos. De repente, se nós tivéssemos um ou dois gols a mais que o adversário e o árbitro errasse, não estaríamos nessas condições que estamos. Talvez, se estivéssemos em uma posição diferente, provavelmente você não estaria fazendo essa pergunta. Erraram muito contra a gente sim? Sim. Mas isso é normal, errar é humano. O que temos que fazer é jogar. Não adianta nós ficarmos lamentando o que o juiz fez ou deixou de fazer.

O volante já conquistou o Campeonato Italiano pela Roma (Foto: Divulgação)

JFC: Você já conquistou campeonatos importantes, como o Italiano, pela Roma, e a Copa do Rei pelo Real Betis. Porque você considerou a Copa do Brasil como o título mais importante de sua carreira?

Assunção: Foi o mais importante porque foi o meu primeiro título no Brasil depois de muito tempo fora, depois de ter passado o que eu passei, fiquei seis meses sem jogar, sem receber e sem clube querendo o meu futebol. Eu não estava fazendo o que eu gosto tanto de fazer. Por isso a conquista foi tão importante. Com 36 anos, capitão do time e levantar uma taça, isso nunca tinha acontecido comigo. Eu até levantei, mas quando eu tinha 18 anos. Por isso, conquistar um título como esse naquele momento foi importantíssimo.

JFC: Na preleção antes da final no Couto Pereira, um vídeo, chamado “No Caminho da Glória, do torcedor Gabriel Santoro, foi mostrado para vocês jogadores. Você acha que o vídeo influenciou ou motivou ainda mais os jogadores para o jogo?

Assunção: Tiveram vários vídeos que nos motivaram. Tivemos a palestra do capitão do BOPE (Batalhão de Operações Especiais do Rio de Janeiro) e até algumas declarações de alguns jornalistas que diziam que não seríamos campeões. Tudo isso nos motivou bastante, fez com que a gente se fortalecesse e ficássemos mais unidos para conseguir esse título.

Marcos Assunção cruzou para Betinho marcar o gol do título do Palmeiras na Copa do Brasil 2012 (Foto: Miguel Schincariol/Globoesporte.com)

JFC: Como foi a sensação de conquistar a Copa do Brasil logo em cima do Coritiba e no Couto Pereira, adversário e palco da goleada por 6 a 0 no ano passado?

Assunção: Sabíamos que seria muito difícil. Muitos relembraram o 6 a 0, mas esqueceram que, no Campeonato Brasileiro, voltamos ao mesmo Couto Pereira e empatamos por 1 a 1. Logo depois daquela goleada, vencemos a partida de volta por 2 a 0. Não levamos a final como uma vingança ou revanche. É muito complicado ganhar um jogo lá e fomos bastante motivados e concentrados, tendo consciência do que iríamos enfrentar.

JFC: Com o título da Copa do Brasil, o Palmeiras garantiu uma vaga para a Libertadores do ano que vem. Você tem contrato até o fim do ano e estava pensando em se aposentar no término do compromisso com o Verdão, mas teve sua permanência para 2013 praticamente garantida pelo Roberto Frizzo, vice-presidente do Palmeiras, alguns meses atrás. O que pode fazer você mudar de ideia de vez, além da possibilidade de conquistar a América?

Assunção: A Libertadores é uma competição que eu nunca disputei. Essa é a minha grande motivação para seguir atuando no Palmeiras no ano que vem. Não existe ainda uma renovação ou assinatura de contrato, apenas um início de conversa. Mas está bem encaminhado. Eu e o Palmeiras voltaremos a conversar depois que eu melhorar do joelho e voltar a jogar bem, sem nenhum tipo de problema ou dor. Eu quero ser útil e jogar. Desejo dar ao Palmeiras o que ele necessita do Marcos Assunção. Quero seguir ajudando a equipe e dando alegrias ao torcedor palmeirense.

Abaixo, você confere o áudio da entrevista do Jornalismo FC com Marcos Assunção.





Vaga do Palmeiras na Libertadores aquece ainda mais rivalidade com o Corinthians na competição

12 07 2012

Com vaga confirmada na próxima edição do torneio continental, palmeirenses e corintianos podem se reencontrar na competição

Por Caio Martins

Marcos com a taça da Copa do Brasil, conquistada pelo Palmeiras (Foto: Cesar Greco/Agência Estado)

Palmeiras e Corinthians já protagonizaram jogos memoráveis. Dentre eles, finais de Campeonatos Paulistas e Brasileiros. No entanto, entre os palmeirenses, os jogos mais lembrados são os válidos pela Taça Libertadores, que ocorreram em 1999, nas quartas de final, e 2000, nas semis. Nas duas ocasiões, o Verdão eliminou o rival.

O Timão, com o título da Libertadores deste ano, garantiu sua vaga na competição em 2013. O Palmeiras voltará a disputar o torneio depois de quatro anos, tendo conquistado sua vaga após ser campeão da Copa do Brasil. Com os dois garantidos, muitos torcedores já visam um confronto entre os dois rivais. Mas não só torcedores.

Marcos, ex-goleiro e maior ídolo da história do Palmeiras, em meio às comemorações do título conquistado na última quarta-feira, cutucou os corintianos.

- Ô “gambazada” (forma pejorativa de dirigir-se aos rivais), preste atenção, ano que vem não é o Boca, é o Verdão – cantou.

Romarinho comemora seu gol em La Bombonera, pela final da Libertadores (Foto: Marcelo Pereira/Terra)

Depois, um pouco menos eufórico, Marcos voltou a falar sobre o assunto.

- Tem Corinthians ano que vem na Libertadores, né? Pois é, o terror dos corintianos voltou, hein – disse o ex-goleiro, campeão do torneio em 1999.

As declarações do algoz corintiano nas duas Libertadores chegou rapidamente ao Parque São Jorge. Romarinho, que anotou dois golaços no último clássico entre as duas equipes, também fez questão de alfinetar o clube alviverde.

- O Romarinho vai ser o terror deles na Libertadores – disse o jogador, em terceira pessoa.

E na Libertadores, Romarinho tem moral. Em seu primeiro toque na bola em uma competição continental, o jovem atleta marcou o gol de empate do Corinthians na primeira partida da final contra o Boca Juniors, em La Bombonera. Se o confronto realmente irá acontecer, ninguém sabe. Mas, caso ocorra, o apito inicial já parece ter sido dado.





No alto de sua glória: Palmeiras exorciza fantasma do Couto Pereira e é campeão da Copa do Brasil

12 07 2012

Com a conquista, o Verdão tornou-se o maior campeão de torneios nacionais, com onze conquistas

Por Caio MartinsBruna Farias 

Marcos Assunção levanta a taça da Copa do Brasil (Foto: Marcos Ribolli/Globoesporte.com)

Onze de julho de 2012. Um dia que ficará na memória de milhões de palmeirenses. Após 12 anos de jejum de conquistas de títulos nacionais, o Palmeiras superou todas as expectativas e, com um futebol pragmático e eficiente, conquistou a Copa do Brasil pela segunda vez em sua história após um empate por 1 a 1. E não havia adversário e palco melhores para a final: o Coritiba e o Couto Pereira. Cerca de um ano e dois meses atrás, o clube do Palestra Itália sofria uma das maiores goleadas do futebol brasileiro: 6 a 0. A memorável goleada aconteceu no mesmo estádio da finalíssima desta quarta-feira. Dessa vez, a festa foi palmeirense. Destaque para Marcos Assunção, impecável na marcação e novamente decisivo na bola parada, e Henrique, que se mostrou um verdadeiro achado como volante. Com a conquista, o Verdão garantiu sua vaga para a tão sonhada Taça Libertadores do próximo ano.

Capitão do Palmeiras, Marcos Assunção foi o grande nome da partida (Foto: Miguel Schincariol/Globoesporte.com)

No início do jogo, o que se esperava era um Coritiba incisivo e forte no ataque. Realmente, foi isso o que aconteceu. No entanto, a equipe de Marcelo Oliveira esbarrou no forte sistema defensivo criado por Luiz Felipe Scolari e, apesar de ter mais a posse de bola, não conseguiu criar muitas oportunidades que pudessem abrir o placar em Curitiba. O primeiro lance de perigo foi paulista: aos 12min, Mazinho rolou para Juninho bater colocado e ver Vanderlei se esticar todo para fazer grande defesa. 

As ações ofensivas do Coxa não conseguiam superar a zaga palmeirense. Aos 19, Marcos Assunção levantou na área e Betinho, completamente livre, pegou mal na bola e mandou pela linha de fundo. O Palmeiras parecia se sentir em casa e, naturalmente, criava boas chances. Com 27min, Assunção cobrou falta de muito longe e a bola passou muito perto da trave direita de Vanderlei. A resposta paranaense veio no minuto seguinte, quando Éverton Costa ganhou bola dividida dentro da área e, de calcanhar, rolou para Rafinha chutar de três dedos. A bola passou raspando a trave de Bruno, que tentou fazer a defesa. Assim como na partida de ida das semifinais, contra o Grêmio no Estádio Olímpico, o Palmeiras fazia grande partida defensiva e não permitia que os mandantes abrissem o placar.

Betinho comemora o gol do título do Palmeiras (Foto: AE)

O segundo tempo começou ainda mais corrido. O Coritiba, precisando de dois gols para empatar a disputa, tentava furar o ferrolho verde paulista. E o “furo” só veio em uma bola parada. Ayrton, que havia acabado de entrar no lugar do lateral Jonas, cobrou falta com perfeição e abriu o placar, para o delírio dos torcedores coxa-branca no Couto Pereira aos 17min.

Quando todo o contexto indicava um jogo de ataque contra defesa, apenas, o grande nome do Palmeiras e do jogo entrou em cena. Marcos Assunção, aos 20min, cobrou falta pela direita e Betinho escorou de cabeça. A bola, literalmente, morreu no canto direito de Vanderlei: 1 a 1.

Abatidos, os jogadores do Coxa não mostravam reação. A torcida, menos ainda. A partir do gol, o time paulista cresceu no jogo e tomou conta da partida. Aos 28, Assunção cobrou nova falta, desta vez pela esquerda, e acertou a trave do goleiro do Coxa. Na sequência, dois lances perigosos dos mandantes. No primeiro, Everton Ribeiro arriscou de longe e obrigou Bruno a fazer belíssima defesa. No outro, Rafinha fez jogada individual e chutou rasteiro, à direita do arqueiro palmeirense.

Com o título na mão, os jogadores do Palmeiras apenas administraram o resultado e tocavam passes no campo de ataque. O zagueiro Pereira perdeu a cabeça e foi expulso. Cenário mais que perfeito para o Verdão, que, um ano após a goleada sofrida para o mesmo Coritiba, no mesmo Couto Pereira, consagrou a bela campanha invicta na Copa do Brasil com o bicampeonato do torneio.

Felipão foi um dos palmeirenses mais festejados no gramado do Couto Pereira (Foto: Fernando Borges/Terra)

FICHA TÉCNICA

CORITIBA 1 X 1 PALMEIRAS

Local: Couto Pereira, Curitiba (PR)
Data/Hora: 11/07/2012 – 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Sandro Meira Ricci (FIFA-DF)
Assistentes: Carlos Berkenbrok (FIFA-SC) e Alessandro Rocha de Mattos (FIFA-BA)

Renda e público: R$1.193.108,00/ 31.382 pagantes
Cartões amarelos: Rafinha, Lincoln e Lucas Mendes (CTB); Juninho, João Vítor, Artur e Marcos Assunção (PAL)
Cartão vermelho: Pereira (CTB)
GOLS: Ayrton, 16′/2ºT (1-0) e Betinho, 20′/2ºT (1-1)

CORITIBA: Vanderlei, Jonas (Ayrton, Intervalo), Pereira, Demerson e Lucas Mendes; Willian, Sergio Manoel (Lincoln, 14′/2ºT), Rafinha, Everton Ribeiro e Roberto (Anderson Aquino, 21′/2ºT); Everton Costa. Técnico: Marcelo Oliveira

PALMEIRAS: Bruno, Artur, Maurício Ramos, Thiago Heleno (Leandro Amaro, 37′/1ºT) e Juninho; Henrique, Marcos Assunção, João Vítor (Márcio Araújo, 29′/2ºT) e Daniel Carvalho (Luan, 11′/2ºT); Mazinho e Betinho. Técnico: Luiz Felipe Scolari.





São Paulo vence Goiás e dá passo importante para a classificação

17 05 2012

Com o placar de 2 a 0, time do Morumbi pode perder por até um gol de diferença que garante a vaga

Por Leonardo Perri

Luis Fabiano beija o escudo do São Paulo após marcar gol, no Morumbi (Foto: Leonardo Soares/UOL)

Nesta quarta-feira(16), o São Paulo venceu o time do Goiás por 2 a 0 no Morumbi e deu um grande passo para garantir a classificação para as semifinais da Copa do Brasil. Com gols de Luís Fabiano, que se isolou na artilharia da competição, e Douglas, a equipe de Émerson Leão leva uma vantagem considerável para o jogo de volta em que pode perder por até um gol de diferença. Se fizer um gol na casa do adversário, o Goiás será obrigado a fazer quatro gols.

O time do Morumbi veio para o confronto com mudanças na equipe em relação ao jogo passado contra a Ponte Preta. Jadson entrou no time no lugar de Fernandinho após bons coletivos realizados durante a semana. Já o contestado Paulo Miranda voltou a equipe titular após suspensão imposta pela diretoria e que gerou grande repercussão pelos lados do CT da Barra Funda.

Com um primeiro tempo bem equilibrado onde o Goiás marcava muito forte em seu campo de defesa e saia com perigo para os contra-ataques, quem saiu na frente foi o tricolor com Luís Fabiano. Na segunda parte, a equipe mandante voltou melhor e logo no começo aumentou a vantagem com Douglas, marcando um belo gol. Dali em diante, o time do Morumbi só controlou a boa vantagem e esperou o fim do jogo.

O próximo confronto entre as duas equipes pelas quartas de final da competição irá ocorrer na próxima quarta-feira no estádio Serra Dourada. Mas antes, as duas equipes vão fazer as suas estréias no Campeonato Brasileiro. O São Paulo visita o Botafogo no Engenhão, enquanto que o Goiás, pela série B, enfrenta o América-RN.

O jogo

 O time do São Paulo começou com tudo e logo no primeiro minuto criou a primeira chance. Lucas roubou a bola na saída de jogo, passou por dois defensores do Goiás e tocou para Luís Fabiano que chutou por cima do gol, quase abrindo o placar no Morumbi.

Após a chance criada, o jogo caiu de rendimento. O time são paulino trocava passes no campo de ataque tentando criar as jogadas de gol, mas não conseguia finalizar. Já a  equipe goiana se fechava atrás e buscava as jogadas de contra-ataque.

Aos 19 min o Goiás assustou. Em lançamento da defesa para o ataque, a bola encontrou o atacante Ricardo Goulart que recebeu dentro da área, mas na hora da finalização, apareceu o zagueiro Paulo Miranda para interceptar o lance.

Na metade do primeiro tempo quem comandava a partida era o Goiás. Marcando forte, não deixava o time da casa trocar passes em seu campo e nos contra-ataques crava perigo. Aos 22 min, Peter recebeu pela esquerda e cruzou, a bola sobrou para Marcos Paulo que chutou para fora do gol.

A partida não se desenhava como o torcedor do São Paulo queria até os 31 min. Em roubada de bola na defesa de Lucas, o garoto tocou para Luís Fabiano em profundidade no meio da defesa goiana. Na cara de Harlei, o atacante não desperdiçou, e com um toquinho de categoria por cima, inaugurou o placar no Morumbi. Com o gol, o atacante chegou ao seu oitavo gol na Copa do Brasil.

O gol animou o time tricolor que partiu para cima e criou três chances que quase resultaram no segundo gol. Na primeira, aos 34 min, Lucas recebeu sozinho dentro da área mas finalizou em cima do arqueiro alviverde. No segundo lance, a bola sobrou na entrada da área para Cícero que mandou um foguete a esquerda do gol. Aos 39 min, Lucas apareceu novamente. O atacante dominou uma sobra de bola na coxa, e sem deixar a bola cair, mandou uma bomba de primeira, obrigando o goleiro Harlei a fazer ótima defesa.

Apesar da vantagem, Luís Fabiano cobrou do seu time para matar o jogo. ” Nós estamos errando muitos passes. Temos que ter mais contundência e criar jogadas. Agora é a hora de fazer o resultado.” disse o atacante na saída do gramado.

Já Rafael Tolói lamentou o gol tomado. “O Lucas teve a felicidade de dar uma boa bola para o Luís Fabiano, mas nós estamos bem. Agora é tentar empatar o jogo no segundo tempo.” falou o zagueiro ao sair de campo.

Segunda etapa

Douglas fez o seu primeiro gol com a camisa do São Paulo (Foto: Julia Chequer/ Folhapress)

Atrás no placar, o técnico Enderson Moreira resolveu mexer na sua equipe. Ernando saiu da equipe para a entrada de Amaral. No São Paulo, Émerson Leão voltou com a mesma equipe.

Logo no começo do segundo tempo, o time do São Paulo mostrou que estava a fim de matar a partida, e em bela jogada chegou ao segundo gol. Aos 6 min, após bela jogada de Cícero pela direita, que passou por dois defensores, o volante só rolou para Douglas que chegou batendo de primeira da entrada da área para marcar um golaço. Foi o primeiro gol do lateral direito com a camisa tricolor.

Precisando de um gol, a equipe esmeraldina foi para cima. Em cobrança de falta aos 9 min, a bola foi alçada na área e Valmir Lucas cabeceou para ótima defesa à queima roupa de Dênis. Aos 15 min quase veio o gol. Egídio cruzou na área para Junior Viçosa, que ajeitou de letra para Thiago Humberto. A bola desvia em Cortez e vai entrando para o gol, mas o goleiro são-paulino tira para escanteio.

A equipe de Émerson Leão deu a resposta com Douglas novamente, que quase fez o seu segundo na partida. O lateral arrancou pelo meio, ajeitou para a perna esquerda e soltou uma bomba com a canhota, obrigando o goleiro do Goiás a mandar para escanteio.

O jogo pegava fogo e a equipe visitante não deixou por menos. Aos 19 min, em cobrança de falta, Thiago Humberto mandou uma bomba que acertou o travessão do goleiro Dênis. Quase o Goiás desconta no Morumbi.

Após o segundo gol da equipe do São Paulo, os papéis se inverteram no jogo. A equipe esmeraldina passou a pressionar os paulistas em seu campo, enquanto que o tricolor buscava tocar a bola e esperar os contragolpes. Cansado, Jadson deu lugar a Maicon no São Paulo. Já o Goiás trocou David por Ramon.

Passada a pressão, o São Paulo controlava a partida e esperava o tempo passar, visivelmente satisfeito com a vantagem construída. A equipe do planalto central baixou o ritmo do começo da partida e só ameaçava em alguns levantamentos na área. Leão promoveu a entrada de Rafinha no lugar de Lucas.

No final da partida quase saiu o terceiro gol são-paulino. Com 43 min, em lance confuso dentro da área, a bola sobrou para Rafinha que finalizou prensado. A bola ia entrando no gol, quando apareceu Rafael Tolói para afastar o perigo.

FICHA TÉCNICA

SÃO PAULO 2 X 0 GOIÁS

Local: Morumbi, São Paulo (SP)
Data/Hora: 16/5/2012 – 21h50
Árbitro: Jean Pierre Gonçalves Lima (RS)
Assistentes: Tatiana de Freitas (RS) e Marcelo Barison (RS)
Cartões Amarelos: Denilson, Casemiro, Paulo Miranda, Douglas (SPO); Valmir Lucas, Marinho (GOI)
Público/renda: 21.306 pagantes / R$ 629.939,00
GOLS: Luis Fabiano (1ºT 31′ 1×0), Douglas (2ºT 6′ 2×0)

SÃO PAULO: Denis, Douglas, Paulo Miranda, Rhodolfo e Cortez; Denilson, Casemiro, Cícero e Jadson (Maicon; 2ºT 25′); Lucas (Rafinha; 2ºT 39′) e Luis Fabiano. Técnico: Emerson Leão.

GOIÁS: Harlei, Peter, Rafael Tolói, Valmir Lucas e Egídio (Marinho; 2ºT 30′); Amaral (Ernando; intervalo), Marcos Paulo, Ramon (David; 2ºT 25′), Thiago Humerto e Ricardo Goulart; Júnior Viçosa. Técnico: Enderson Moreira.





Atlético vence o Goiás mas está eliminado da Copa do Brasil

4 05 2012

Vitória por 2 a 1 não é suficiente para garantir a classificação da equipe alvinegra, que é eliminada pelo gol fora de casa

Por Stéfano Bruno

Goiás x Atlético-MG - Copa do Brasil - Gol (Foto: Carlos Costa)

Jogadores do Goiás comemoram a classificação para a próxima fase da Copa do Brasil (Foto: Carlos Costa/Lancenet!)

Em uma partida de muitos gols perdidos, o Atlético venceu o Goiás por 2 a 1 mas está eliminado da Copa do Brasil, devido ao gol marcado fora de casa pelo time goiano.

A equipe alvinegra fez um excelente primeiro tempo, onde saiu vencendo por 2 a 0, gols do Neto Berola e do Mancini. Mas com um segundo tempo irreconhecível a equipe mineira foi dominada pelo Goiás, que precisava de um gol para garantir a sua classificação. E após uma falha do lateral-esquerdo Triguinho, Felipe Amorim marcou e garantiu o Goiás na próxima fase da Copa do Brasil. A equipe goiana espera a definição do confronto entre Ponte Preta e São Paulo, para saber quem será o seu adversário nas quartas de final da competição.

A partida mal começou e o Goiás deu um susto no Galo, logo aos 2 minutos. Após cruzamento da direita, Ramon cabeceou com muito perigo, assustando o goleiro Giovanni. Mas o Galo não demorou muito para dar a resposta. Aos seis minutos, o lateral Marcos Rocha deu um lançamento fantástico para Neto Berola, que tocou na saída do Harlei, abrindo o placa no Independência. Este foi o primeiro gol oficial depois da reinauguração do estádio.

O jogo continuou eletrizante, com as duas equipes procurando o gol a todo momento. E o gol de empate do Goiás quase aconteceu. Aos nove minutos Iarley recebeu a bola livre, sozinho dentro da área, mas finalizou muito mal, desperdiçando uma chance incrível.Sentindo que o Atlético estava pressionando mais o Goiás começou a recuar em campo, procurando deixar menos espaços para a equipe alvinegra. Mas aos 18 minutos quase que o zagueiro Rafael Tolói jogou toda a estratégia do time goiano por água abaixo. Após falha infantil dentro da área, André ficou de frente para o gol mas perdeu um gol incrível.

Aos 21 minutos o atacante Neto Berola deixou o campo com um problema muscular. O meia Escudero entrou em seu lugar e três minutos depois sofre pênalti do Peter.  Mancini bateu no meio do gol e ampliou o placar para o Galo. Com o resultado a partida estava indo para os pênaltis.

A primeira etapa seguiu até o fim com o Galo pressionando o Goiás que arriscava apenas em contra-ataques.

Segundo tempo

A segunda etapa começou com o Goiás pressionando o Galo. Mas quando a equipe alvinegra chegava ao ataque sempre assustava a equipe goiana. André teve um gol bem anulado aos três minutos. Dois minutos depois assustou o goleiro Harlei, após completar de cabeça um cruzamento do Marcos Rocha. A resposta do Goiás veio dois minutos depois, com Iarley batendo cruzado, de fora da área, assustando o goleiro Giovanni.

Mancini marcou o segundo gol atleticano, mas não foi o suficiente para garantir a classificação do Galo a próxima fase da Copa do Brasil (Foto: AE)

Aos 13 minutos, o Atlético errou na saída de bola, Felipe Amorim cruzou na área, a bola passou por Iarley e sobrou limpara para Ricardo Goulart, de frente para gol, bater para cima, perdendo mais uma chance incrível na partida.A partida estava muito aberta. Enquanto o Goiás encontrava espaços nas laterais do Atlético, a equipe mineira encontrava espaços na defesa goiana, mas ambas as equipes pecavam no último passe. O goleiro Giovanni chegou a ser exigido duas vezes, mas demonstrou bom posicionamento em ambas. Já o Harlei ainda não tinha sido exigido na segunda etapa.

O Goiás dominava a segunda etapa e isso começou a gerar um desgaste entre o time e os torcedores atleticanos, que vaiavam a posse de bola do time goiano mas pediam raça aos seus jogadores.

Quando a partida parecia estar indo para os pênaltis o Atlético levou um duro golpe. Aos 40 minutos o lateral Triguinho vacilou e perdeu a bola para o Felipe Amorim, que driblou o lateral e bateu no canto esquerdo do Giovanni, diminuindo o placar.

Após o gol a equipe goiana apenas administrou o resultado, que garantia a sua classificação a próxima fase.

ATLÉTICO-MG 2 X 1 GOIÁS

Local: Independência, Belo Horizonte (Minas Gerais)

Data-Hora: 03/05/2012 – 21h50 (de Brasília)

Árbitro: Márcio Chagas da Silva (RS)

Auxiliares: Altemir Hausmann (RS) e Carlos Berkenbrock (SC)

Cartões Amarelos: Richarlyson, Danilinho (ATL) Valmir, Peter, Egídio, Thiago (GOI)

Gols: Neto Berola (6’1ºT), Mancini (26’1ºT); Felipe Amorin (40’2ºT)

Atlético Mineiro: Giovanni, Marcos Rocha, Réver, Lima e Richarlyson (Triguinho, Intervalo); Pierre, Leandro Donizete, Neto Berola (Escudero, 21’1ºT) e Mancini (Serginho, 22’2ºT); Danilinho e André. Técnico: Cuca.

Goiás: Harlei; Peter (Walison, 15’2ºT) ), Rafael Toloi, Valmir Lucas e Egídio; Amaral, Thiago Mendes,Felipe Amorim, Ramon (Netinho, 37’2ºT) e Ricardo Goulart; Iarley (Vitor, 15’2ºT) . Técnico: Enderson Moreira.





Atlético-PR vence o Cruzeiro e saí na frente na Copa do Brasil

3 05 2012

Cruzeiro repete erros e perde a terceira partida consecutiva

Por Stéfano Bruno

Cruzeiro e Atlético Paranaense se enfrentam pela Copa do Brasil - Daniel Castellano / AGP

O atacante Edigar Junio marcou o único gol da partida (Foto: Daniel Castellano/AGP)

Em uma partida fraca tecnicamente, o Atlético-PR venceu o Cruzeiro por 1 a 0, na partida de ida das oitavas de final da Copa do Brasil.

A partida foi de tempos distintos, onde o Furacão foi superior na primeira etapa enquanto a Raposa mandou na segunda. O único gol da partida foi marcado pelo atacante Edigar Junio, no primeiro tempo.

Antes do apito inicial surgiram boatos de uma possível troca entre Cruzeiro e Flamengo. A equipe celeste cederia o zagueiro Victorino em troca do meia Bottinelli do rubro-negro. A negociação deve ganhar força no decorrer da semana.

A partida começou com os donos da casa pressionando a equipe celeste. Logo aos três minutos o furacão abriu o placar com Guerrón, mas o atacante estava impedido e o gol foi bem anulado pela arbitragem.

O lance serviu para incentivar ainda mais a pressão do Atlético que abriu o placar cinco minutos depois. Guerrón fez grande jogada pela esquerda, onde passou com facilidade pelo Diego Renan e cruzou na medida para Edigar Junio apenas empurrar a bola para o fundo das redes, abrindo o placar no Durival de Britto.

Cruzeiro e Atlético Paranaense se enfrentam pela Copa do Brasil - Daniel Castellano / AGP

Os experientes meias Roger (centro) e Paulo Baier (direita), tiveram atuações apenas discretas (Foto: Daniel Castellano/AGP)

O Furacão seguiu mandando na partida, pressionando mais e não deixando espaços para o Cruzeiro contra-atacar. A equipe celeste parecia estar nervosa em campo e errava lances infantis. Em um deles, aos 20 minutos, Roger foi recuar a bola para o Léo e deu um belo presente para o atacante Patrick, que sozinho e na frente do Fábio, perdeu um gol incrível, acertando a trave direita do goleiro celeste.

A equipe celeste estava irreconhecível em campo, muito sonolenta. Já o Atlético estava bastante ligado na partida, marcando bem a saída de bola do Cruzeiro e se aproximando do gol defendido pelo Fábio com certa facilidade.

A partida caiu de produção nos minutos finais da primeira etapa, com isso, as equipes foram para os vestiários com a vitória parcial do Furacão.

Segundo tempo

O Cruzeiro voltou para o segundo promovendo a estreia do meia Souza, que entrou no lugar do Amaral. Com a entrada do meia, o técnico Vágner Mancini pretendia dar mais criatividade ao meio-campo cruzeirense.

A mudança surtiu efeito nos primeiros minutos, com o Cruzeiro pressionando mais o Furacão. A Raposa quase empatou aos dez minutos. Roger recebeu a bola na entrada da área e de bate pronto, acertou um belo chute para uma grande defesa do Vinícius.

Com outra postura na segunda etapa, o Cruzeiro dominava a partida. Com lances rápidos, a raposa envolvia o Furacão com a mesma facilidade que foi envolvida no primeiro tempo. Aos 21 minutos o volante Marcelo Oliveira desperdiçou uma chance incrível de empatar a partida. Após receber bom passe do Anselmo Ramon, o volante invadiu a área sozinho, e na frente do Vinícius, o jogador bateu por cima do gol.

O atacante Guerrón, que é o artilheiro da Copa do Brasil, não conseguiu repetir as boas atuações das últimas partidas (Foto: Hederson Alves/VIPCOMM)

Apesar do domínio celeste na partida, foi o Furacão que chegou mais perto do gol. Após um contra-ataque rápido, aos 31 minutos, Guerrón cruzou na medida para Patrick, que cabeceou a bola na trave.

No último lance da partida, aos 49 minutos, o lateral Heracles perdeu uma chance incrível de ampliar o placar. Após receber ótimo passe do Patrick, o jogador saiu na frente do Fábio, mas na tentativa de tirar a bola do goleiro acabou tirando do gol também.

Com o resultado, o Cruzeiro tem que vencer o Furacão por dois gols de diferença para conseguir a classificação direta. Caso a equipe celeste vença por 1 a 0, a partida vai para os pênaltis. O Furacão pode perder por um gol de diferença, desde que marque ao menos um gol fora de casa, para garantir a sua classificação.

ATLÉTICO-PR 1 x 0 CRUZEIRO

Local: Durival de Britto, Curitiba (PR)
Data/Hora: 2/5/2012 – 21h50
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (DF)
Auxiliares: Fabrício Vilarinho da Silva (GO) e Christian Passos Sorence (GO)

Cartões amarelos: Liguera, Zezinho, Guerrón, Renan (ATL), Amaral, Roger, Alex Silva, Leandro Guerreiro (CRU).

Gols: Edigar Junio (8’1ºT)

Atlético-PR - Vinícius; Gabriel Marques, Manoel, Bruno Costa e Héracles; Deivid, Paulo Baier (Renan Teixeira, 15’2ºT) e Liguera (Zezinho, Intervalo); Guerrón, Edigar Junio (Bruno Mineiro, Intervalo) e Patrick. Técnico: Juan Carrasco.

Cruzeiro – Fábio; Diego Renan, Léo, Alex Silva, Everton; Leandro Guerreiro, Marcelo Oliveira, Amaral (Souza, Intervalo), Roger (Gilson, 30’2ºT); Wellington Paulista (Wallyson, 18’2ºT) , Anselmo Ramon. Técnico: Vágner Mancini.





Atlético-MG joga mal, perde e se complica na Copa do Brasil

26 04 2012

Com um futebol irreconhecível, Galo perde por 2 a 0 para o Goiás e sofre a sua primeira derrota na temporada

Por Stéfano Bruno

Goiás x Atlético-MG - Copa do Brasil - André (Foto: Carlos Costa)

Bem marcados pela defesa adversária, André e Danilinho pouco produziram na partida (Foto: Carlos Costa/Lancenet!)

Em uma partida que o Atlético foi irreconhecível em campo, a equipe não só perdeu a invencibilidade na temporada como se complicou e muito na Copa do Brasil. A equipe do técnico Cuca praticamente não finalizou durante os primeiros 90 minutos. A partida de volta acontecerá na próxima quinta-feira (03), às 21:50 (de Brasília), nos estádio Independência. Para se classificar o Galo precisa vencer a equipe esmeraldina por três ou mais gols de diferença. Caso o Galo vença por 2 a 0, a classificação será decidida nos pênaltis.

O Goiás construiu o resultado com muita objetividade. Na primeira etapa a equipe finalizou apenas uma vez, mas chegou ao gol com o zagueiro Rafael Tolói. Na segunda etapa a equipe goiana chegou mais a frente, levando mais perigo ao gol do Giovanni e logo aos cinco minutos ampliou o placar com Ricardo Goulart. Após o segundo gol, o Goiás passou a administrar o resultado, mas quase chegou ao terceiro gol, com o volante Amaral, que cabeceou uma bola na trave.

Crônica da partida

O Atlético começou com o domínio da partida, mas encontrava muita dificuldade no seu campo ofensivo, devido a forte marcação imposta pelos jogadores do Goiás. Mas aos 11 minutos, Iarley sofreu falta na entrada da área. Egídio cobrou, a bola acertou o travessão e voltou nos pés do zagueiro Rafael Tolói, que escorou para o gol vazio, abrindo o placa no Serra Dourada.

A partida seguiu com o Atlético com maior posse de bola, mesmo errando muitos passes. O primeiro chute a gol da equipe alvinegra aconteceu aos 20 minutos, com o Réver. A equipe esmeraldina procurava sair sempre em contra-ataque. Aos 22 minutos, André obrigou o goleiro Harlei a fazer uma grande defesa, após um bonito cabeceio.

Os dois ataques seguidos do Galo serviram para recuar ainda mais o Goiás, que continuava procurando as jogadas em velocidade, principalmente pelas laterais, mas sem se expor em campo.  Com isso, o jogo ficou preso no meio-campo.

A primeira etapa foi de domínio do Galo e de objetividade do Goiás, já que em uma finalização marcou um gol.

Segundo tempo

A segunda etapa começou dá mesmo forma que terminou a primeira, com o Atlético com maior posse de bola e o Goiás recuando, esperando para atacar em velocidade. O Galo voltou com o meia Bernard no lugar do volante Fillipe Soutto, o que deixou a equipe ainda mais ofensiva. Mas logo aos cinco minutos, Thiago Humberto bateu firme para a defesa do Giovanni, Richarlyson vacila no rebote e perde a bola para Ramon, que cruza para Ricardo Goulart tocar na saída do goleiro atleticano e ampliar o placar.

Apesar do Atlético mais agressivo na partida, os lances de maior perigo eram da equipe esmeraldina. Atacante quase sempre pelo seu lado esquerdo, o Goiás sempre chegava assustando o goleiro Giovanni.

Sentindo a necessidade de marcar pelo menos um gol, o técnico Cuca sacou o lateral-direito Marcos Rocha e colocou o atacante Neto Berola. Com isso, o técnico Enderson Moreira recuou ainda mais seu time, sacando o atacante Iarley e o meia Ramon e colocando os volantes Felipe Amorim e Marcos Paulo.

A partida ficou mais tranqüila para o Goiás após a expulsão do meia Bernard, aos 34 minutos, após cometer duas faltas seguidas. O resultado da partida quase ficou ainda mais amplo. Após cobrança de escanteio de Egídio, aos 41 minutos, Amaral cabeceou e acertou a trave esquerda do Giovani.

Este foi o último lance de perigo da partida. Com o resultado seguro, o Goiás apenas administrou o resultado nos minutos finais.

Ficha técnica

Goiás 2×0 Atlético-MG

Local: Serra Dourada, Goiânia (Goiás)

Data-Hora: 25/04/2012 – 21h50 (de Brasília)

Árbitro: Cláudio Francisco Lima e Silva (SE)

Auxiliares: Ivaney Alves Lima (SE) e Cleriston Clay Barreto Rios (SE)

Cartões amarelos: Richarlyson 13′ 1º, Danilinho 20′ 2º e Bernard 32′ 2º e 34′ 2º(Atlético)

Cartões vermelhos: Bernard 34′ 2º(Atlético)

Gols: Rafael Tolói 11′ 1º e Ricardo Goulart 4′ 2º (Goiás)

Renda: R$83.735,00

Público: 12.762

Goiás: Harlei; Peter, Rafael Tolói, Valmir Lucas e Egídio; Amaral, Thigo Mendes, Ramón (Marcos Paulo 17′ 2º), Ricardo Goulart e Thiago Humberto (Victor 36′ 2º); Iarley (Felipe Amorim 24′ 2º). Técnico: Enderson Moreira.

Atlético Mineiro: Giovanni, Marcos Rocha (Neto Berola 10′ 2º), Réver, Luiz Eduardo e Richarlyson; Pierre, Leandro Donizete, Fillipe Soutto (Bernard, no intervalo), Danilinho; Escudero (Mancini 26′ 2º) e André. Técnico: Cuca.





Atlético-MG goleia Penarol e avança na Copa do Brasil

12 04 2012

Com três gols do artilheiro André, incluindo um golaço de bicicleta, Galo goleia e elimina a partida de volta

Por Stéfano Bruno

Arlesson Sicsú/ Diário do Amazonas

O artilheiro André marcou três gols e ajudou o Galo a eliminar o Penarol do zagueiro He Man (direita) (Foto: Arlesson Sicsú/Diário do Amazonas)

O Galo não tomou conhecimento do Penarol e aplicou uma goleada de 5 a 0 no clube amazonense. A goleada poderia ter sido muito maior, não fosse os inúmeros gols perdidos pela equipe mineira durante a partida.

O Atlético não encontrou dificuldade para fazer os gols. André fez três, sendo um deles de bicicleta, Guilherme e Fillipe Soutto anotaram os outros tentos. O Galo vai enfrentar o Goiás, nas oitavas de final da Copa do Brasil.

O Penarol começou a partida com a proposta de se defender, com três zagueiros e um meio-campo recuado. Mas o esquema montado pelo técnico Adinamar Abib, foi por água abaixo logo aos 50 segundos, quando Fillipe Soutto cobrou curto um escanteio, tocando para Guilherme que devolveu para ele. Soutto chutou uma bomba cruzado, indenfensável, fazendo um lindo gol no estádio SESI Manaus.

O time da casa sentiu o gol, e o Atlético continuou pressionando o adversário, mas sem assustar o goleiro Rascifran. Com o decorrer da partida, o Penarol começou a se soltar em campo e quase empatou a partida. O atacante Marinelson recebeu boa bola na esquerda e cruzou na medida para Marinho, que sozinho, cabeceou para o chão, acertando a trave esquerda do goleiro Giovanni. Mas logo depois, Danilinho fez bom passe para Marcos Rocha que cruzou rasteiro para André, que dominou, girou e bateu sem chances de defesa, fazendo o seu primeiro gol na partida.

O Galo manteve amplo domínio na partida e aos 39 minutos chegou ao terceiro gol. Guilherme recebeu a bola na entrada da área, levantou a cabeça e acertou um lindo chute com a perna canhota, fazendo um golaço, o terceiro do Galo na partida. Quatro minutos depois, o goleiro Giovanni fez uma grande defesa, salvando o que poderia ser o primeiro gol do Penarol na partida. Este foi o último lance de perigo da primeira etapa.

Segundo tempo

Logo no primeiro minuto da primeira etapa, o Penarol assustou o goleiro Giovanni, com uma falta bem cobrada pelo zagueiro Neuran. Mas assim como no primeiro tempo, o Galo tinha o domínio da partida e quase fez o quarto aos 14 minutos, quando Danilinho cruzou para Réver que cabeceou com perigo, mas pela linha de fundo.

Com a partida nas mãos, o técnico Cuca começou a poupar alguns titulares. Neto Berola entrou no lugar de Bernard e logo na primeira vez que pegou na bola sfreu falta de Paulo Roberto. Como o jogador do Penarol já tinha cartão amarelo foi expulso. Aos 35 minutos André recebeu a bola na entrada da área, e girou batendo no canto esquerdo de Rascifran, fazendo o quarto gol do Galo e o seu segundo tento na partida. Um minuto depois o centroavante atleticano recebeu bom passe de Danilinho e de bicicleta, fez um golaço.

Com a vitória e a classificação garantidos, o Galo passou a administrar a partida, e mesmo assim quase chegou ao sexto gol. Mas a partida terminou mesmo 5 a 0 para o Atlético.

FICHA TÉCNICA

PENAROL-AM 0×5 ATLÉTICO-MG

Motivo: Jogo de ida da primeira fase da Copa do Brasil

Local: SESI Manaus, em Manaus (AM)

Data – hora: 11/4/2012 – 20h30 (horário de Brasília)

Árbitro: Vinícius Furlan (SP)

Assistentes: Anderson Moraes Coelho (SP) e Fábio Rogério Baesteiro (SP)

Cartões Amarelos: Paulo Roberto 12′ 1º e 22′ 2º (Penarol); Pierre 16′ 2º (Atlético)

Cartões Vermelhos: Paulo Roberto 22′ 2º (Penarol)

Gols: Fillipe Soutto 50” 1º, André 19′ 1º, 34′ 2º e 35′ 2º e Guilherme 39′ 1º (Atlético)

PENAROL-AM: Rascifran; Anderson Cristo, Neuran e He Man; Kitó, Jeovane (Marcos Pezão, no intervalo), Paulo Roberto, Rondinelli e Igor (Fábio Bala 16′ 2º); Marinho e Marinelson (Ronimar 25′ 2º). Técnico: Adinamar Abib.

ATLÉTICO-MG: Giovanni; Marcos Rocha (Carlos César 33′ 2º), Réver (Luiz Eduardo 40′ 2º), Rafael Marques e Richarlyson; Pierre, Fillipe Soutto, Bernard (Neto Berola 20′ 2º) e Danilinho; Guilherme e André. Técnico: Cuca.








%d bloggers like this: